terça-feira, 20 de setembro de 2011

Minha dissertação de Mestrado.

O tema da minha dissertação foi "O poder da linguagem nas sociedades gracilianas". Deem uma olhadinha, se houver interesse! Comentários e críticas são bem aceitas sobre o universo do "velho Graça", como seus mais íntimos chamavam-no!


http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=109237
 
 
(In: http://www.google.com.br/imgres?q=gracilaiano+ramos&hl=pt-BR&biw=1280&bih=921&gbv=2&tbm=isch&tbnid=X3sfYPdOh1sxDM:&imgrefurl=http://pt.wikipedia.org/wiki/Graciliano_Ramos&docid=g4PZnTyz2-a8SM&w=200&h=288&ei=Xxl5Tq-3HcSCgAeT_bS0AQ&zoom=1&iact=rc&dur=361&page=1&tbnh=134&tbnw=93&start=0&ndsp=4&ved=1t:429,r:3,s:0&tx=59&ty=57)

Isso lembra-me, uma bonita canção:

Vida de gado Zé Ramalho

Vocês que fazem parte dessa massa,
Que passa nos projetos, do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais, do que receber.
E ter que demonstrar, sua coragem
A margem do que possa aparecer.
E ver que toda essa, engrenagem
Já sente a ferrugem, lhe comer.
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz
Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal
E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou.
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz
O povo, foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonham com melhores, tempos idos
Contemplam essa vida, numa cela
Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo, se acabar
A arca de Noé, o dirigível
Não voam, nem se pode flutuar,
Não voam nem se pode flutuar,
Não voam nem se pode flutuar.
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado e,
Povo feliz
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado e,
Povo feliz

(http://www.youtube.com/watch?v=V25dmbvf4p4)
 
É isso aí! Consciência social, SEMPRE!

Nenhum comentário:

Postar um comentário